Ir direto para menu de acessibilidade.
Página inicial > Seminário
Início do conteúdo da página
  • Brasília (02/10/2015) – Terminou nesta quinta-feira (1) o seminário Brasil - União Europeia sobre Planos Nacionais de Contingência para Incidentes de Poluição por Óleo. O objetivo do evento era desenvolver o plano brasileiro para controle dos derramamentos de óleo no mar. O encontro, que começou no último dia 29, foi uma realização do Ibama com apoio do Projeto Diálogos Setoriais Brasil – União Europeia.

    Nos três dias de evento, foram divulgadas as experiências de especialistas europeus e brasileiros com relação ao enfrentamento das contingências e ao monitoramento preventivo do derramamento de óleo. O debate reuniu especialistas da União Europeia, representantes do governo brasileiro e da indústria de petróleo, que estão tratando de acordos internacionais, detecção de manchas de óleo, metodologia de mapeamento dos riscos e as diferentes formas de abordagens dos planos de contingência.

    O encontro permitiu ao Ibama estabelecer a linha de trabalho para que o plano nacional de contingência seja, de fato, um instrumento ágil e efetivo para a prevenção dos acidentes. De acordo com a presidente do Ibama, Marilene Ramos, a intenção do seminário é fugir dos improvisos. "Vamos adquirir um aprendizado diferenciado para o antes, o durante e o após sinistro. Além disso, vamos fortalecer a prevenção, eliminando as chances de acidentes”, afirmou.

    O secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente, Francisco Gaetani, entende que incorporar as novidades mundiais para o tema é um desafio e uma grande Seminário combate à poluição por óleooportunidade de aprendizado. "Temos uma das maiores atividades de petróleo em grandes profundidades no mundo. Não queremos que se repita aqui o que aconteceu no Golfo do México, em 2010 ou no Alasca, nos Estados Unidos, em 1989", disse.

    O adido de cooperação da União Europeia no Brasil, Asier Santillán, falou que a troca de experiências é importante. Elas podem ser somadas a cada plano de contingências ou proteção do meio ambiente e suas realidades.

    Badaró Ferrari
    Fotos: Carlos Alves
    Assessoria de Comunicação do Ibama
    (61) 3316 1015

  • Brasília (30/08/2019) - O Ibama, em parceria com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), a Fundação Nacional do Índio (Funai) e o Instituto de Meio Ambiente (IMA) de Santa Catarina, realizará em 17/09, em Florianópolis (SC), e em 19/09, no município de Chapecó (SC), o seminário “Restauração Ecológica em Santa Catarina: como participar do Chamamento do Ibama?”

    O evento apresentará informações detalhadas e promoverá debates sobre o Chamamento Ibama n° 02/2018, que receberá até 16 de novembro deste ano propostas de prestação de serviços ambientais para restauração ecológica de áreas degradadas em diversas localidades de Santa Catarina.

    O Chamamento tem apoio do Projeto Mata Atlântica, coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) no âmbito da Cooperação Brasil-Alemanha para o Desenvolvimento Sustentável e da Agência Alemã de Cooperação Internacional (GIZ).

     

    Datas e locais

    • 17/09/2019: Florianópolis - Auditório do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT)
    • 19/09/2019: Chapecó - Auditório da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri)

     

    Mais informações

     

    Inscrições

    Acesse o formulário de inscrições *Inscrições prorrogadas. Vagas limitadas.

     

     

    Diretoria de Uso Sustentável da Biodiversidade e Florestas (DBFlo)
    Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. 

     

     

  • Brasília (13/04/2016) – O Ibama realizou no último dia 31/03 o seminário “Caminhos para o Fortalecimento do Licenciamento Ambiental Federal”, que reuniu cerca de 450 pessoas em Brasília. O evento integra o Programa de Fortalecimento do Licenciamento Ambiental Federal (ProLAF).

    Diferentemente de outras iniciativas relacionadas ao tema, que têm como foco revisões normativas, reduções de prazos e restrição da participação pública, o Ibama apresentou propostas para aperfeiçoar o processo de Avaliação de Impacto Ambiental (AIA). Neste processo, são definidos os conteúdos que orientam as análises técnicas no licenciamento ambiental.

    Apresentação seminário licenciamentoNuma primeira etapa, serão desenvolvidas matrizes de impacto ambiental das tipologias de empreendimento licenciadas pelo Instituto, que poderão ser utilizadas como referência em diferentes fases do processo.

    Para promover a participação da sociedade em suas decisões, o Ibama submeteu a consulta pública no início desta semana as Listas de Atividades referentes a Rodovias  e Linhas de Transmissão. O Instituto receberá sugestões até 9 de maio. A partir do resultado desta primeira etapa, serão submetidas a consulta pública as demais tipologias licenciadas pelo Ibama.

    Mais informações sobre a Consulta Pública:
    http://www.ibama.gov.br/consultas/consultas-publicas

    Assessoria de Comunicação do Ibama
    Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
    (61) 3316-1015
    Fotos: Vinícius Mendonça

  • Brasília (25/08/2016) - Nos próximos dias 30 e 31 de agosto, o Ibama, o Ministério do Meio Ambiente (MMA), o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) promovem o Seminário de Nivelamento de Informações e Conhecimentos sobre a Invasão de Javalis no Território Nacional. O evento acontecerá no auditório do ICMBio, em Brasília. O objetivo é nivelar as diversas entidades que atuam com o tema e reunir as informações disponíveis para a elaboração do Plano Nacional de Prevenção, Controle e Monitoramento do Javali (Sus scrofa) em Estado Asselvajado no Brasil. Participarão das discussões representantes de instituições públicas, privadas e da sociedade civil envolvidos com os impactos e as ações de controle populacional da espécie.

    Considerado uma das cem piores espécies exóticas invasoras do mundo, o javali europeu provoca graves problemas ambientais, sociais e econômicos no país, segundo o coordenador-geral de Autorização de Uso e Gestão de Fauna e Recursos Pesqueiros do Ibama, João Pessoa Riograndense. A espécie já foi registrada nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Bahia, Acre e Rondônia. Tal proliferação levou o Ibama a autorizar o abate controlado, medida de manejo necessária para deter a invasão da espécie e adquirir conhecimento da ecologia do javali em território nacional.

    O javali é um porco selvagem, originário da Europa, Ásia e norte da África. Foi introduzido em diversas regiões do mundo como animal de criação para a produção de carne. Durante muitos anos considerou-se a hipótese da invasão de javalis asselvajados no território brasileiro ter ocorrido pela fronteira sudoeste do Rio Grande do Sul com o Uruguai, motivada possivelmente pela diminuição na oferta de alimento no país vizinho. Atualmente, é consenso que boa parte dos animais foi trazida clandestinamente do Uruguai, em caminhões, por pessoas interessadas em sua criação ou introdução não autorizada na natureza para a caça. Esses animais escaparam do cativeiro, se reproduziram sem controle e seus descendentes ocorrem em vida livre até hoje.

    O seminário é aberto ao público e não há necessidade de inscrição prévia. O programa pode ser visto no link a seguir:

    Seminário de Nivelamento de Informações e Conhecimentos sobre a Invasão de Javalis no Território Nacional

    Assessoria de Comunicação do Ibama
    Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
    (61) 3316-1015

  • Brasília (10/08/2016) – O Ibama realiza nos dias 27, 28 e 29 de setembro, com apoio da União Europeia e dos ministérios do Meio Ambiente e do Planejamento, Orçamento e Gestão, seminário sobre uso de software livre para informações geoespaciais no governo. Haverá participação de instituições nacionais e da Itália, da Dinamarca e da Alemanha. O evento, que ocorre das 8h00 às 18h00 nos três dias, será aberto ao público e integra o programa Diálogos Setoriais.

    Durante o seminário, serão apresentados casos bem-sucedidos de uso de software livre para aplicações geoespaciais nos países participantes. O diretor de Proteção Ambiental do Ibama, Luciano Evaristo, destaca que o Instituto é reconhecido internacionalmente pelo seu trabalho de monitoramento ambiental no combate ao desmatamento. “O seminário poderá facilitar acordos de cooperação com outros países e a troca de experiências na área ambiental.”

    Serão apresentadas iniciativas como o catálogo Harpia e a Máquina do Tempo, plataformas que disponibilizam imagens do satélite Landsat nos últimos 12 anos. O objetivo é criar uma linha temporal para identificação das mudanças ocorridas no uso da terra em todo o país. O projeto foi iniciado em 2013, após a publicação do Decreto n° 7.830, que regulamenta o Cadastro Ambiental Rural (CAR). “A necessidade de identificar as alterações que ocorreram em uma propriedade rural é fundamental para o CAR”, diz o coordenador-geral de Monitoramento Ambiental do Ibama, George Ferreira.

    Outra iniciativa que o Brasil apresentará durante o seminário é a criação de recursos adicionais para o software livre de geoprocessamento QGIS. “O trabalho colaborativo em softwares livres transforma a forma como as instituições cooperam entre si. Funcionalidades desenvolvidas para resolver um problema específico na Itália estão servindo para aumentar a eficiência na elaboração de mapas no Brasil, ao mesmo tempo em que scripts para organizar, processar e interpretar imagens de satélite no Brasil estão resolvendo problemas históricos com dados em outros países”, diz o coordenador.

    Já foi confirmada a presença de representantes de mais de 15 instituições do governo federal, como Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Polícia Federal (PF), Agência Nacional de Águas (ANA), Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit), Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Fundação Nacional do Índio (Funai) e Diretoria de Serviço Geográfico do Exército (DSG), entre outras. Da Europa, participam representantes da Agência Regional de Proteção Ambiental de Piemonte, na Itália; do Instituto Federal de Geociências e Recursos Naturais da Alemanha e da Agência de Meio Ambiente da Dinamarca.

    Assessoria de Comunicação do Ibama
    Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
    (61) 3316-1015

  • Brasília (02/09/2016) – O Ibama, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e os ministérios do Meio Ambiente (MMA) e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) realizaram nesta semana o Seminário de Nivelamento de Informações e Conhecimentos sobre a Invasão de Javalis (Sus scrofa) no Território Nacional.  “Estamos agora fazendo uma reavaliação e trabalhando de maneira unificada com os atores interessados no tema para construir um Plano Nacional de Prevenção, Controle e Monitoramento da espécie”, disse o coordenador-geral de Fauna e Recursos Pesqueiros do Ibama, João Pessoa Riograndense. Para o presidente do ICMBio, Rômulo Mello, o importante é que o plano seja o resultado de uma convergência. De acordo com o Secretário de Defesa Agropecuária do MAPA, Luis Eduardo Rangel, é fundamental a definição de papéis para o progresso das ações. “Nosso objetivo com este seminário é a conversa com diversos grupos com visões diferentes”, apontou o secretário substituto de Biodiversidade e Florestas do MMA, Fernando Lyrio. As informações produzidas a partir do seminário servirão de base para a elaboração do plano nacional, que deverá prever atores e atividades a serem realizadas para o manejo adequado da espécie.

    Durante os dois dias de seminário, representantes de diversos setores públicos e privados partilharam informações da ecologia do animal, histórico da invasão, distribuição, prejuízos, questões legais, perspectivas e experiências de manejo para que os presentes pudessem ter um panorama geral da situação. Entre os principais problemas econômicos e ambientais apontados pelos palestrantes estão o rápido crescimento populacional, a falta de predadores, o assoreamento de córregos e nascentes, a exposição do solo, a competição com espécies nativas, a possibilidade de transmissão de doenças para humanos e rebanhos, o ataque a pessoas e animais domésticos, a predação de animais de criação e a devastação de plantações. “No Mato Grosso do Sul estimamos que o javali esteja destruindo entre 15% e 20% das lavouras de milho”, informou o representante da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico (Semade)-MS, Renato Garnes. Segundo ele, há relatos de javalis em 46 dos 79 municípios do estado. Em 2007, estavam presentes em apenas sete municípios. Segundo João Pessoa, o problema já afeta 14 estados, além do Distrito Federal.

    Experiências de manejo

    Foram apresentados diversos métodos de manejo. Segundo palestrantes, os mais utilizados são a perseguição com cães e o uso de cercados, mas todas as técnicas são complementares. “Alguns produtores também eletrificam as cercas, o que apenas leva os javalis para outra propriedade”, disse a analista do Ibama Graziele Batista.

    Seja qual for o método utilizado, deve-se evitar que os animais sejam submetidos a tratamento cruel, em respeito aos artigos 225 da Constituição Federal e 32 da lei 9.605, de 1998, conforme destacou em sua palestra o coordenador de Operações de Fiscalização do Ibama, Roberto Cabral. Segundo ele, métodos considerados cruéis serão alvo de fiscalização e autuação. A representante do Fórum Nacional de Proteção e Defesa ambiental, Vânia Plaza, também destacou que é preciso levar em consideração o bem-estar animal. “A dor no animal é tão presente quanto no homem pois a biologia das emoções é semelhante”, disse ela.

    Próximos passos

    O coordenador do Ibama anunciou que o Instituto adotará sistema informatizado da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) para emitir licenças e receber relatórios relacionados ao manejo do javali. Durante o evento, palestrantes apontaram que a falta de um sistema online torna mais difícil para os produtores rurais realizar os procedimentos de acordo com a norma.

    Um Grupo de Trabalho (GT) criado pelo MMA, com a participação do MAPA, realizará uma consulta pública em outubro e, no mês seguinte, promoverá uma oficina para elaborar o Plano Nacional de Prevenção, Controle e Monitoramento do Javali, que será publicado em portaria interministerial do MMA e do MAPA.

    Histórico

    Considerado uma das cem piores espécies exóticas invasoras do mundo pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), o javali europeu provoca graves problemas ambientais, sociais e econômicos no país. A proliferação levou o Ibama a autorizar o abate controlado em 2013, medida de manejo necessária para deter a invasão da espécie e adquirir conhecimento da ecologia do javali em território nacional.

    O javali é um porco selvagem, originário da Europa, Ásia e norte da África. Foi introduzido em diversas regiões do mundo como animal de criação para a produção de carne, tornando-se também um problema nesses países. Durante anos considerou-se que a invasão de javalis asselvajados no território brasileiro tivesse ocorrido pela fronteira sudoeste do Rio Grande do Sul com o Uruguai, motivada possivelmente pela diminuição na oferta de alimento no país vizinho. Atualmente, é consenso que boa parte dos animais foi trazida clandestinamente do Uruguai, em caminhões, por pessoas interessadas em sua criação. Esses animais escaparam do cativeiro, se reproduziram sem controle e seus descendentes vivem soltos, causando impactos ecológicos até hoje.

    Mais informações:

    Trechos do seminário foram gravados em vídeo

    Assessoria de Comunicação do Ibama
    Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
    (61) 3316-1015

  • Brasília (03/10/2016) - O Simpósio Regional sobre Enfoque Integrado para o Desenvolvimento Sustentável na América Latina e no Caribe será realizado nos dias 4 e 5 de outubro no auditório do Ibama, em Brasília.

    Organizado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) com o apoio do governo brasileiro, o evento está associado à implementação da Agenda 2030para o Desenvolvimento Sustentáel e dos respectivos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

     A participação é aberta a profissionais envolvidos na implementação de políticas e estratégias integradas para o desenvolvimento sustentável dos setores público, privado, acadêmico e da sociedade civil. Interessados podem enviar email para a Assessoria de Assuntos Internacionais do Ministério do Meio Ambiente ( Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.).

    Durante o evento, será lançado um relatório de experiências da região, com exemplos inovadores que servirão de inspiração para superar desafios e construir políticas ambientais coerentes, integradas e eficazes.

    A abertura do simpósio terá a presença do ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho; da presidente do Ibama, Suely Araújo; do diretor Regional do PNUMA, Leo Heileman; do representante das Nações Unidas no Brasil, embaixador Niky Fabiancic; e do ministro do Superior Tribunal de Justiça Herman Benjamin; entre outros.

    Os principais objetivos do simpósio são:
    - Ampliar os conhecimentos sobre o desenvolvimento sustentável na região da América Latina e Caribe a partir de experiências em abordagens integradas;
    - Identificar os principais desafios e oportunidades para o apoio às políticas integradas para a Agenda 2030 e seus ODS;
    - Proporcionar uma oportunidade para as partes interessadas formarem redes e estratégias de cooperação.

    SERVIÇOS

    Simpósio Regional sobre Enfoque Integrado para o Desenvolvimento Sustentável na América Latina e no Caribe
    Data: 4 e 5 de outubro (terça e quarta-feira), às 9h00
    Local: Edifício Sede do Ibama (SCEN Trecho 2, Edifício Sede - L4 Norte – Brasília-DF).
    Interessados em participar do simpósio podem encaminhar email para: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
     

    Assessoria de Comunicação do Ministério do Meio Ambiente (Ascom/MMA): (61) 2028-1227

     

Fim do conteúdo da página