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  • Brasília (02/10/2015) -  A equipe de emergências ambientais do Ibama acompanhou, na última sexta-feira (02/10), verificação de possível contaminação em 15 contêineres que chegaram ao Porto do Rio de Janeiro no navio MSC Krystal. A carga esteve no Porto de Tianjin, na China, em 12 de agosto, quando ocorreu um acidente ambiental em que galpões com 700 toneladas de cianureto de sódio explodiram. O acidente causou pelo menos 173 mortes e gerou graves impactos ambientais para a região.

    As autoridades brasileiras foram alertadas pelo Centro Internacional de Ameaças Aduaneiras, que ressaltou a possibilidade de haver contaminação nos materiais que estiveram no porto chinês durante o período das explosões. Os órgãos públicos brasileiros agiram preventivamente realizando uma inspenção nos contêineres. Fuzileiros navais equipados com roupas especiais constataram que não havia contaminação e a carga seguiu para seu destino final no Brasil.

    Assessoria de Comunicação do Ibama
    Foto: Diretoria de Proteção Ambiental/Banco de Imagens do Ibama
    (61) 3316 1015.

  • Rio de Janeiro (17/03/2016) - O Ibama apreendeu na noite desta quarta-feira (16/03) quatro barcos pesqueiros carregados com 35 toneladas de pescado ilegal, em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio de Janeiro. As embarcações foram identificadas pela Operação Mareados por meio do monitoramento via satélite de grandes embarcações, o Preps.

    Elas pescavam na costa do estado em baixa profundidade no período do defeso do camarão (de 01/03 e 31/05), o que é proibido. O pescado apreendido será doado à população com apoio do Governo do Estado no Complexo do Alemão, na zona norte da cidade, e em outras comunidades. Os responsáveis pela pesca predatória foram multados em R$ 540 mil. Cada um em R$ 4 mil por pescar em desacordo com a licença e mais R$ 20 para cada quilo de pescado ilegal encontrado nos barcos. Três mestres de embarcação e um empresário foram levados à delegacia, onde foram ouvidos e liberados.

    Os barcos flagrados pela Operação Mareados tinham licença para pesca em grande profundidade, acima dos 100 metros. Mas estavam lançando redes de arrasto no litoral norte, na altura de Campos, e sul, nas imediações de Angra dos Reis. "A pesca ocorria exatamente na área da costa onde está o camarão, prejudicando ou mesmo impedindo a reprodução da espécie", disse o chefe da Fiscalização do Ibama no Rio de Janeiro, Leonardo Tomás.

    A Operação Mareados é uma ação nacional do serviço de inteligência do Ibama. Depois de identificar pelo Preps as embarcações envolvidas na pesca predatória, os agentes enviam alertas às superintendências do Ibama nos estados, que iniciam o monitoramento dos barcos até concluir a apreensão e a recuperação do pescado capturado ilegalmente.

    O Programa Nacional de Rastreamento de Embarcações Pesqueiras (Preps) monitora por satélite barcos a partir de 15 metros de comprimento ou 50 toneladas de arqueação (capacidade de carga).

    Assessoria de Comunicação do Ibama
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  • Rio de Janeiro (17/05/2016) - O Ibama multou, nesta segunda-feira (16), em R$ 40 mil por pescar ilegalmente na Baía de Sepetiba, no sul do Rio de Janeiro, um dos maiores armadores de pesca em atividade na costa do sudeste. Dona de uma frota atuneira com dezenas de embarcações de grande porte, a empresa sediada em Santa Catarina ainda teve um barco industrial, 150 quilos de peixes e cerca de 500 metros quadrados de redes apreendidos pelo instituto.

    Além do armador, o Ibama autuou também o mestre da embarcação em R$ 10 mil pelo mesmo crime. "Ele autorizou o cerco na baía, porque cabe ao mestre a decisão do local da pesca, e ainda prosseguiu com a atividade mesmo com a licença do barco vencida", explicou o chefe do escritório do Ibama em Angra dos Reis, Felipe Bonifácio. Os 19 integrantes da tripulação envolvidos no crime ambiental foram presos pela Polícia Federal, indiciados por pesca ilegal, e soltos após pagar a fiança.

    O atuneiro da empresa foi flagrado por agentes do instituto e da Polícia Federal (PF) quando fazia cerco na Baía de Sepetiba, local proibido para esta modalidade de pesca, na noite de sexta-feira (13). A embarcação partiu de Santa Catarina no dia 5 de maio, já com a licença de pesca vencida desde o início do mês, e havia acabado de entrar na baía em busca de iscas-vivas (pequenos peixes como a sardinhas-da-boca-torta e manjubas) para a pesca do atum, que ocorre em alto-mar.

    Segundo o Ibama, os atuneiros que invadem a baía de Sepetiba contribuem significativamente para a alta mortandade de botos-cinza que vem ocorrendo na região. "Esse tipo de pesca realizada em grande escala retira o alimento dos botos-cinza, que também ficam presos nas redes de cerco e acabam se afogando. Prejudicam os botos na competição por alimento e na pesca incidental", afirma Felipe.

    Assessoria de Comunicação do Ibama
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    Foto: Felipe Bonifácio/Banco de Imagens do Ibama

  • Rio de Janeiro (09/10/2015) - A Secretaria Municipal de Meio Ambiente do Rio de Janeiro (SMAC) foi autuada nesta quarta-feira (07) em R$ 1 milhão por descumprir notificação do Ibama que determinava o início das obras de reforma no Zoológico do Rio até 1.º de agosto.

    O Ibama encontrou irregularidades em todas as vistorias realizadas em 2012, 2013, 2014 e 2015. A notificação foi emitida em julho, após a constatação de que os problemas apontados não haviam sido corrigidos pela Fundação RioZoo, subordinada à SMAC, que administra o zoológico, o mais antigo do Brasil.

    O processo administrativo do caso já acumula 20 volumes e reúne uma dezena de pareceres, nos quais a Fundação RioZoo é notificada a se adequar, principalmente em relação à densidade populacional nas instalações, e a realizar obras estruturais urgentes.

    Na última vistoria, em 16 de junho deste ano, a equipe do Ibama verificou mais uma vez que os problemas permaneciam sem solução. Entre eles, a altura e o tamanho de Zoológico Rio de Janeirorecintos, ainda inadequados, além da ambientação deficitária. As obras nos recintos denominados “Viveirão”, “Corredor de Fauna”, "Extra" e “Núcleos de Reprodução de Felinos e Saguis” também não ocorreram, apesar de serem consideradas prioritárias pelo Ibama.

    "Houve apenas o esvaziamento parcial desses locais, com remanejamento dos animais para os recintos da área de exposição, o que não resolve o problema. A realização das obras continua sendo de extrema necessidade e urgência para o bem-estar dos animais e a segurança dos tratadores", diz o chefe-substituto da Divisão de Fiscalização do Ibama no Rio de Janeiro, Vinícius Modesto de Oliveira.

    Nelson Feitosa
    Assessoria de Comunicação do Ibama
    (61) 3316-1015

  • Rio de Janeiro (16/10/2015) - O Ibama impediu nesta terça-feira (13/10) o crescimento de ocupação irregular em manguezal no bairro da Ribeira, em Angra dos Reis, na Costa Verde do Rio de Janeiro. Na ação, duas casas em construção foram demolidas e uma terceira, embargada. Cada responsável pelas obras irregulares foi multado em R$10 mil por destruir Área de Preservação Permanente.

    A demarcação e venda de lotes no local começou no fim do ano passado. Em pouco tempo, parte do mangue já estava aterrada e ocupada por construções ilegais.

    Segundo levantamento do instituto, cerca de 200 metros quadrados do manguezal foram danificados. O loteamento, porém, ainda avançaria sobre a área protegida se não fosse interrompido.

    "Vamos embargar novas construções e impedir que invadam o que ainda restou do manguezal. O mangue é um ecossistema chave para a a reprodução de inúmeros Obras irregulares Angra dos Reis organismos marinhos. É fundamental para a saúde do homem e do oceano", disse o chefe do escritório do Ibama em Angra dos Reis, Felipe Bonifácio.

    O mangue da Ribeira é um remanescente do grande manguezal que existia onde hoje é a cidade de Angra dos Reis. Apesar da ocupação desordenada da região, ele ainda possui vegetação nativa bem preservada e cumpre importantes funções ecológicas. A operação do Ibama teve o apoio da Policia Federal, da Polícia Militar e da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Angra dos Reis.

    Nelson Feitosa
    Assessoria de Comunicação do Ibama
    (61) 3316-1015

  • Rio de Janeiro (10/11/2015) – Duzentos e oitenta e seis animais silvestres apreendidos pelo Ibama em cativeiros ilegais no Rio de Janeiro foram reabilitados e serão devolvidos à região de ocorrência, em Porto Seguro, no sul da Bahia.

    A operação de soltura dos 274 jabutis, onze pássaros e uma iguana será realizada pelas superintendências do Ibama no Rio, no Espirito Santo e na Bahia, com apoio da Marinha.

    Antes disso, passarão por um período de recuperação no Centro de Triagem (Cetas) de Porto Seguro, que inclui exames clínicos e marcação individual para futura identificação.

    Os animais foram reabilitados no Cetas do Rio e deverão chegar ao Nordeste nesta quarta-feira (11). Todos serão soltos em uma área protegida na localidade de Tremendal.

    “Muitos animais retirados das matas do Norte e Nordeste são levados ilegalmente para o Sudeste. O tráfico só ocorre porque existem compradores. É importante conscientizar as pessoas para que não comprem animais de origem ilegal”, diz a analista ambiental Taciana Sherlock, do Núcleo de Biodiversidade do Ibama no Rio.

    Segundo ela, as espécies de maior ocorrência são pássaros, quelônios e primatas. “A maioria dos animais que chegam ao Cetas do Rio é de outras regiões do país. EssePássaros processo de retorno à região de ocorrência é muito trabalhoso.”

    O Centro de Triagem de Animais Silvestres recebe espécies apreendidas em operações contra o tráfico, resgatadas ou entregues de forma voluntária. O processo de reabilitação não é o mesmo para todos. “Alguns animais que estão acostumados com a presença humana demoram mais tempo para serem reabilitados. Trabalhamos com alguns papagaios que levam até seis meses para voltar à natureza”, diz Taciana.

    Nelson Feitosa
    Assessoria de Comunicação do Ibama
    (061) 3316-1015

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