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Ibama e Polícia Civil apreendem mais de mil partes de animais silvestres com traficante no RJ

Publicado: Sexta, 18 de Agosto de 2017, 22h10 | Última atualização em Terça, 31 de Outubro de 2017, 19h26
Partes de animais silvestres apreendidas durante a Operação Nigromante
Foto: Luiz Augusto Oliveira
Foto: Luiz Augusto Oliveira

Brasília (18/08/2017) – Operação de combate ao tráfico de fauna silvestre realizada pelo Ibama em conjunto com a Polícia Civil resultou na apreensão de quatro tartarugas, duas cobras e mais de mil partes de animais na zona oeste do Rio de Janeiro.

A partir de uma denúncia, agentes ambientais federais identificaram um traficante que negociava espécies silvestres e exóticas em uma rede social.

Na casa do investigado, em Bangu, foram encontradas diversas partes de animais: peles de jaguatiricas (espécie ameaçada de extinção); olhos de tigre; couros e “chocalhos” de cobra; cavalos-marinhos; asas de corvo e de morcego; crânios de coruja; ossos de águia e de raposa; mandíbulas de crocodilo e de guaxinim; dentes de urso; garras de leão; unhas de preguiça; rabos de esquilo e de lobo; penas de faisão e de papagaio, cascos de tartaruga e de jabuti; répteis, anfíbios e insetos secos; chifres de cervo e de bode montanhês; patas de tatu; máscaras de lobo; e produtos como colar, punhal e uma faca de ossos. Uma lista com 118 objetos que seriam revendidos ou usados em rituais e sacrifícios também foi encontrada no local.

“Trata-se da maior quantidade e diversidade de partes de animais silvestres flagrados com um infrator”, disse o coordenador de Fiscalização do Rio de Janeiro, Geraldo Cunha.

Notificação entregue ao comerciante estabeleceu prazo de 15 dias para a apresentação de toda a documentação referente aos itens mantidos em sua casa.

O infrator será autuado pela totalidade de animais e subprodutos da fauna silvestre recolhidos durante a Operação Nigromante.

Segundo o coordenador de Operações de Fiscalização, Roberto Cabral Borges, as diferentes espécies indicam tráfico interestadual e internacional.

O Ibama continuará a análise dos espécimes para identificar a origem dos animais e a possibilidade de haver outros envolvidos nas infrações.

 

Assessoria de Comunicação do Ibama
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(61) 3316-1015

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