Ir direto para menu de acessibilidade.
Página inicial > Notícias > Notícias 2016 > Ibama combate pesca predatória na APA de Guapimirim (RJ)
Início do conteúdo da página

Ibama combate pesca predatória na APA de Guapimirim (RJ)

Publicado: Sexta, 30 de Setembro de 2016, 11h10 | Última atualização em Quinta, 14 de Setembro de 2017, 17h02
Operação Guapimirim
Foto:Ibama
Foto:Ibama

Rio de Janeiro (30/09/2016) - O Ibama e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) apreenderam nesta quinta-feira (29/09) cinco barcos clandestinos e 10 redes de arrasto na Área de Proteção Ambiental (APA) de Guapimirim, na altura da Ilha de Paquetá, no Rio de Janeiro. Os envolvidos na pesca sem licença foram autuados em R$ 17,5 mil e serão denunciados ao Ministério Público por crime ambiental.

 Os fiscais surpreenderam os pescadores pela manhã, quando já haviam lançado as redes e realizavam o arrasto em busca de camarão no interior da unidade de conservação. A APA de Guapimirim abriga um dos últimos remanescentes de manguezal da Baía de Guanabara e funciona como berçário para inúmeras espécies marinhas.

"A APA de Guapimirim mantém a Baía de Guanabara viva em termos ambientais. Ainda existem pescados de importância econômica como o robalo no Rio de Janeiro por causa dessa área protegida", diz o analista ambiental Renato Riebold, que coordenou a fiscalização.

A pesca com redes de arrasto causa enormes prejuízos ao meio ambiente. Sua prática é proibida em unidades de conservação e em profundidade inferior a cinco metros na Baía de Guanabara, ou seja, em locais perto da costa. Estima-se que para conseguir um quilo de camarão a rede de arrasto revolve o fundo e captura dez quilos de outros organismos vivos, que serão descartados pelo pescador. "Grande parte é de peixes e organismos juvenis que não atingiram a maturidade sexual, uma perda enorme para a natureza", diz o analista do Ibama.

Assessoria de Comunicação do Ibama
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
(61) 3316-1015
Foto: Vinicius Modesto/Ibama

 

registrado em: ,
Fim do conteúdo da página