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Ibama reestrutura Educação Ambiental

Publicado: Quarta, 16 de Novembro de 2016, 09h20 | Última atualização em Quinta, 14 de Setembro de 2017, 16h57
Comitê Intersetorial Permanente de Educação Ambiental
Foto: Ibama
Foto: Ibama

Brasília (16/11/2016) – Foi publicada no Diário Oficial da União nesta quarta-feira (16/11) portaria do Ibama que cria o Comitê Intersetorial Permanente de Educação Ambiental (Cipea), vinculado ao gabinete da Presidência do Instituto. O objetivo é fortalecer, articular e integrar as ações de educação ambiental.

Composto por servidores de todas as áreas do Ibama e por representantes dos Núcleos de Educação Ambiental (NEAs) das superintendências, o Cipea irá estabelecer as diretrizes e contribuir para o planejamento das atividades no Instituto, além de propor alternativas e apoiar, monitorar e divulgar as ações já em curso, entre outras iniciativas.

“Vamos reestruturar a educação ambiental, que será integrada às políticas públicas para o meio ambiente de forma transversal”, disse a presidente do Ibama, Suely Araújo. Em 1999, ela participou da elaboração, como consultora legislativa da Câmara dos Deputados, da minuta do Projeto de Lei e do parecer da Lei de Política de Educação Ambiental (Lei 9795/99), relatada pelo então deputado federal Sarney Filho, atual ministro do Meio Ambiente.

Encontro de Educação Ambiental

A portaria foi assinada durante o Encontro de Educação Ambiental do Ibama, realizado na sede da Agência Nacional de Águas (ANA), de 7 a 9 de novembro.

A diretora do Departamento de Educação Ambiental do MMA, Renata Maranhão, apresentou o direcionamento das ações do ministério desde 2011. “É fundamental trabalharmos juntos, MMA e vinculadas, tanto na elaboração de diretrizes quanto na execução da política. O Ibama tem uma capilaridade nos estados que é fundamental para o sucesso dessa política”, disse Renata. Segundo ela, cursos a distância do MMA formam cerca de dez mil pessoas por ano.

O coordenador de educação ambiental do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Rogério Egewarth, destacou o trabalho da instituição nas comunidades localizadas em unidades de conservação (UCs).

“É preciso pensar a educação ambiental como processo estruturante do órgão ambiental e não como processo secundário. É muito mais do que informar ou passar determinado conhecimento. Trata-se de formar e qualificar cidadãos”, disse o consultor em educação ambiental e professor da Universidade Federal do Rio de janeiro (UFRJ) Carlos Frederico Loureiro, um dos palestrantes.

Mais informações:

Portaria Ibama n° 34/2016

Assessoria de Comunicação do Ibama
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(61) 3316-1015

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